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Livro revela impactos de projeto de irrigação da Codevasf em região do semiárido baiano

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A transformação de uma região tipicamente seca a partir da irrigação é uma realidade que pode ser comprovada na publicação “Projeto Formoso – impactos socioeconômicos e ambientais no município de Bom Jesus da Lapa”. O livro é fruto da dissertação de Mestrado do analista em desenvolvimento regional Demétrios Rocha, da 2ª Superintendência Regional da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf).

“É um trabalho que tem importância acadêmica para a avaliação de impacto e resultados das políticas públicas, no caso, a política de irrigação da Codevasf no Brasil. No exemplo do Formoso, o estudo evidencia a efetividade do investimento e da intervenção pública numa região tão sofrida do país que é o semiárido nordestino”, ressalta o autor.

Segundo ele, o trabalho apresenta, ainda, um histórico do pensamento econômico sobre desenvolvimento regional no mundo e sua influência no Brasil, evidenciado pelas ações dos projetos públicos de irrigação. “O livro nos auxilia a ratificar, de forma científica, a qualidade e o sucesso da Codevasf na política pública da irrigação no Brasil e, em especial, na região de Bom Jesus da Lapa, por meio do Projeto Formoso”, conclui Rocha.

O livro está disponível fisicamente na 2ª Superintendência Regional da Codevasf, em Bom Jesus da Lapa (BA), e na Biblioteca Geraldo Rocha, na sede da Companhia em Brasília. Também poderá ser consultado no site da empresa, na área de publicações: https://www.codevasf.gov.br/acesso-a-informacao/institucional/biblioteca-geraldo-rocha/publicacoes.

Projeto Formoso

O Projeto Público de Irrigação Formoso é constituído por duas etapas – o Formoso A e H – que têm como fonte hídrica o rio Corrente, de onde saem dois canais de aproximação para abastecimento dos projetos.

De acordo com o balanço divulgado pela Área de Gestão dos Empreendimentos de Irrigação da Codevasf, em 2022, o projeto em Bom Jesus da Lapa registrou uma área cultivada de 9.525 hectares, onde atuam 1.133 produtores (a maioria, familiares), e uma produção de 237,6 mil toneladas de alimentos, com destaque para banana, laranja e tangerina. Também foram contabilizados mais de 27 mil empregos gerados (diretos, indiretos e induzidos) e um valor bruto de produção (VBP) da ordem de R$ 493,5 milhões.

Fonte: Codevasf.


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