O Sentido da vida

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É comum ouvirmos em nosso ciclo de convivência, pessoas que se sentem desesperançadas, descontentes, sem perspectivas de dias melhores. Há aqueles que acreditam que para ser feliz há que se ter muito dinheiro para desfrutar de viagens, festas e ter tudo que se deseja, como roupas caras, joias, carros importados, etc. A mídia, de um modo geral, reforça essas ideias, com seus apelos de marketing, novelas e filmes que mostram a irrealidade da felicidade como consequência do ter.

Pessoas assim, facilmente se sentem infelizes. Se a festa não teve o brilho idealizado, se o amor partiu, se o amigo não atendeu a um pedido, tudo é motivo para tristeza. Acreditam que a vida não vai além de uma feliz excursão pelo planeta, em venturoso período de férias.

No entanto, tendo a consciência que a real dimensão da vida é aprendizado e progresso, todo esforço é valorizado e a superação é comemorada.

Para descobrirmos se sabemos amar, devemos prestar atenção em quantas vezes por dia dizemos: Detesto isso. Detesto esse tipo de gente. Detesto esse tipo de coisa. Quantas vezes dizemos gosto disso? Gosto de crianças, gosto de flores, gosto de música? Para amar a vida, devemos estar dispostos a amar. Por que se trabalha? Por que se luta? Por que se sofre? Por que se espera? É o amor. É a vida.

Precisamos dizer sim à vida. E se a vida, por acaso, nos oferecer muitos dias de céu cinzento, sigamos a recomendação do escritor Nikos Kazantzakis: ” Você tem o seu pincel, tem as suas tintas, pinte o paraíso e depois entre nele.”

Refletindo sobre esse significado que a vida representa para nós e de que forma estamos vivendo-a, lembremos aqui de um questionamento que Divaldo Franco faz e, a partir disso, ele vem caracterizar o tipo de ser que somos, que nos enquadramos nesse universo.

Divaldo pergunta: qual o sentido psicológico da vida? Todos nós devemos ter uma meta. Porém, uma meta que transcenda o imediatismo existencial. É preciso ter um sentido para a vida. Todos anelam ter uma casa e depois que conseguem pensam em fazer uma piscina, depois em mudar o automóvel etc., são metas estafantes que não flui a felicidade. Podemos ter coisas para viver, mas não devemos viver para ter coisas.

Dessa forma, útil será que todos possamos vez ou outra, refletir sobre a vida e seus valores. Saber que ela vai muito além dos limites do corpo físico. E Mesmo quando tudo parece perdido, é preciso encontrar forças e seguir adiante.

A Providência Divina possui recursos infinitos e no momento certo, ela se manifesta das mais diferentes formas. Assim, evite reclamar da vida que você leva. Quando defrontado por dores e desilusões, entre em contato com a Divindade. Adote o hábito da oração, relate seus problemas ao Criador e se abra para a orientação que certamente virá.

Comentários: [email protected]

É comum ouvirmos em nosso ciclo de convivência, pessoas que se sentem desesperançadas, descontentes, sem perspectivas de dias melhores. Há aqueles que acreditam que para ser feliz há que se ter muito dinheiro para desfrutar de viagens, festas e ter tudo que se deseja, como roupas caras, joias, carros importados, etc. A mídia, de um modo geral, reforça essas ideias, com seus apelos de marketing, novelas e filmes que mostram a irrealidade da felicidade como consequência do ter.

Pessoas assim, facilmente se sentem infelizes. Se a festa não teve o brilho idealizado, se o amor partiu, se o amigo não atendeu a um pedido, tudo é motivo para tristeza. Acreditam que a vida não vai além de uma feliz excursão pelo planeta, em venturoso período de férias.

No entanto, tendo a consciência que a real dimensão da vida é aprendizado e progresso, todo esforço é valorizado e a superação é comemorada.

Para descobrirmos se sabemos amar, devemos prestar atenção em quantas vezes por dia dizemos: Detesto isso. Detesto esse tipo de gente. Detesto esse tipo de coisa. Quantas vezes dizemos gosto disso? Gosto de crianças, gosto de flores, gosto de música? Para amar a vida, devemos estar dispostos a amar. Por que se trabalha? Por que se luta? Por que se sofre? Por que se espera? É o amor. É a vida.

Precisamos dizer sim à vida. E se a vida, por acaso, nos oferecer muitos dias de céu cinzento, sigamos a recomendação do escritor Nikos Kazantzakis: ” Você tem o seu pincel, tem as suas tintas, pinte o paraíso e depois entre nele.”

Refletindo sobre esse significado que a vida representa para nós e de que forma estamos vivendo-a, lembremos aqui de um questionamento que Divaldo Franco faz e, a partir disso, ele vem caracterizar o tipo de ser que somos, que nos enquadramos nesse universo.

Divaldo pergunta: qual o sentido psicológico da vida? Todos nós devemos ter uma meta. Porém, uma meta que transcenda o imediatismo existencial. É preciso ter um sentido para a vida. Todos anelam ter uma casa e depois que conseguem pensam em fazer uma piscina, depois em mudar o automóvel etc., são metas estafantes que não flui a felicidade. Podemos ter coisas para viver, mas não devemos viver para ter coisas.

 

Dessa forma, útil será que todos possamos vez ou outra, refletir sobre a vida e seus valores. Saber que ela vai muito além dos limites do corpo físico. E Mesmo quando tudo parece perdido, é preciso encontrar forças e seguir adiante.

A Providência Divina possui recursos infinitos e no momento certo, ela se manifesta das mais diferentes formas. Assim, evite reclamar da vida que você leva. Quando defrontado por dores e desilusões, entre em contato com a Divindade. Adote o hábito da oração, relate seus problemas ao Criador e se abra para a orientação que certamente virá.

 

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