O que esperar quando se está esperando: uma visão espírita

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A chegada de um novo membro na família pode trazer uma série de sentimentos, preocupações, responsabilidades, deveres, alegrias – e expectativas. Os desejos mais íntimos dos genitores quase sempre são filhos saudáveis e felizes. Ainda durante a gestação, esses anseios já estão presentes e se mantém durante a vida, regendo a construção das relações parentais. Nesse contexto, qualquer situação diversa pode gerar dificuldades.
A literatura Espírita nos ensina que somos seres reencarnantes e a cada nascimento trazemos as necessidades pretéritas a serem trabalhadas nesse planeta escola num aprimoramento íntimo, contínuo e crescente. Algumas dessas demandas reencarnatórias podem se apresentar precocemente, ainda na gestação ou primeiros meses de vida, se traduzindo em desafios para um
momento tão especial.
André Luiz, no Livro Missionários da Luz, traz detalhadamente o processo reencarnatório. Cada feito é único, não havendo casos que são absolutamente iguais. Em algumas situações podemos escolher pelo que vamos passar e quem serão nossos companheiros de jornada. Quem está hoje no papel de pai, mãe e filho, invariavelmente, são velhos amigos de processos anteriores.
Esses reencontros permitem reparações. Assim, não devemos creditar ao acaso doenças ou dificuldades diversas ao longo do caminho.
Os filhos são Espíritos que reencarnam para passarem por experiências e aprendizados. São companheiros de evolução e que estão, temporariamente, sob os cuidados dos pais. Diante da chegada de um filho, pensemos numa oportunidade única que toda a família terá com a reafirmação do vínculo afetivo
e reparação de desajustes do tempo. O que será necessário para isso depende da bondade e justiça Divina em ação.

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